O poder do coletivo

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Juntos somos um maior

É assim que pensam muitas das pessoas que vivem em condomínios da Grande Florianópolis.  Os bons exemplos vão desde síndicos na interação com seus conselhos até elaboração de projetos pelos moradores, podendo envolver inclusive condomínios vizinhos.

O trabalho em equipe dentro de condomínios geram integração e melhora o convívio, além de facilitar a criação de um espaço ainda melhor para se viver.

Todos precisam vestir a camisa

Para que haja realmente o trabalho cooperativo, é preciso estar aberto para ouvir, aprender e trabalhar pelo coletivo.

Para ajudar a construir relações mais abertas e colaborativas César, síndico do condomínio Boulevard Ivo Luchi, implantou o Winker e, em pouco tempo, já colheu os frutos. “Hoje o Winker é minha ferramenta de trabalho, onde prevalece a comunicação na construção da transparência”, comemora César.

Mas é preciso que haja interesse dos condôminos em participar e se inteirar. Para que pudesse trazer a transparência ao Ivo Luchi, César dá o exemplo. Ele e sua equipe usam o sistema diariamente para avisos, controle de chamados (pedidos de condôminos), controles da portaria e registro das manutenções. Por isso, ao fazer uma campanha de cadastros junto aos condôminos, teve uma adesão impressionante. Hoje o condomínio tem uma taxa de 95% de cadastrados completos no Winker, o que é excelente. Todos os dias os condôminos informam mudanças, previsões de visitas, mandam solicitações, tudo pelo Winker de forma organizada e facilitando o dia a dia da gestão.

De forma cooperativa você pode ter benefícios individuais

Uma das grandes reclamações de quem vive em condomínio são as brigas. Na opinião de Celina Tavares, moradora do condomínio Dona Gelta, a grande razão disso é que “as pessoas costumam resolver os problemas de forma pontual e não de forma global”. Segundo ela, quando existem muitas discussões acerca de um mesmo tema, é preciso parar e pensar globalmente sobre a questão, evitando desgastes e descontentamentos desnecessários.

Ao perceber isso no condomínio onde mora,Celina resolver arregaçar as mangas e agir. “Estavam surgindo muitos impasses com relação ao uso das garagens e de outros espaços para estacionar veículos. Em assembleia, me comprometi a fazer um estudo mais abrangente para melhorar a utilização do espaço físico do condomínio”. Nesse processo de construção colaborativa, Celina envolveu condôminos, conselheiros e síndica.

Celina ainda cita alguns exemplos de como ajudar no condomínio: participar de comissão de obras, compartilhar conhecimento sobre descarte adequado do lixo, participar da compra e avaliação dos materiais de limpeza, da organização do salão de festas e até mesmo ensinar vizinhos a fazer a análise dos balancetes fiscais.

As conquistas do coletivo são maiores e mais significativas

Na medida em que se conquista uma maior participação dos moradores, saber organizar as comunicações e dar feedback das ações é essencial. A síndica Andréia do condomínio Dona Gelta usa o Winker para “ouvir” melhor os condôminos. “Os moradores me mandam suas sugestões, comentários e pedidos via Winker e isso facilita bastante o meu dia a dia”, afirma Andréia. Andréia controla os pedidos dos condôminos via recurso de Chamados, onde ela consegue saber o que já foi respondido e quais ainda estão pendentes.

No condomínio Palmas da Imperatriz, o síndico Paulo e seu conselho já usavam as mídias sociais para comunicação, mas buscou no Winker uma forma de integrar ainda mais os moradores, de forma organizada e profissional. O sistema foi implantado há 15 dias e já tem uma taxa de adesão dos condôminos de 83%.

Existe relacionamento além do elevador

Estimular o relacionamento pode ajudar muito na construção de um condomínio mais colaborativo e integrado. É preciso que as pessoas conversassem mais, pensando no coletivo e não somente em seus interesses pessoais.

Na busca pela integração com vizinhos, alguns moradores do condomínio Torres de Campinas organizam jantares uma vez por mês. “A iniciativa começou com apenas 3 casais, hoje já são 20”, afirma Thiago Paulo, síndico do condomínio e um dos idealizadores desses encontros. Nos jantares regados a boa comida, os casais trocam ideias sobre questões particulares e coletivas. A aproximação facilita a resolução de conflitos, inclusive com pessoas fora do grupo.

No condomínio Dona Gelta, a síndica Andréia afirma que há um grupo de pais que se reúnem e fazem almoço, utilizando-se da churrasqueira do condomínio. É uma forma simples de integrar e se aproximar dos vizinhos.

 

E no seu condomínio? Existem encontros promovidos para integrar e melhorar os relacionamentos? Compartilhe suas experiências e ajude a construir ainda mais integração e cooperação em condomínios!

 

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   2 comentários


  1. Patrícia de Souza
      10 de novembro de 2015

    Lendo as Ações realizadas nos condomínios para incentivar a Coletividade, achei interessante descrever as ações hoje realizada no Condomínio Arquipélago dos Açores/São José/SC.
    Atualmente existe um grupo de moradoras do condomínio que é o “Clube da Luluzinha”, onde interagimos através do WhatsApp, começamos com um número pequeno de participantes, depois de alguns meses temos aproximadamente 40 moradoras. O Grupo foi criando simplesmente com a intenção de conhecer as pessoas que moram ao nosso lado e assim facilitar a interação, vários assuntos são comentados, trocamos informações de fornecedores, cuidados com a segurança, assuntos diversos, decidimos realizar um encontro mensal entre os moradores, fizemos nosso primeiro encontro em Março deste ano e mensalmente nos encontramos, onde a administração entra com a liberação do Salão de Festas e os moradores que participam levam as comidas e bebidas, já tivemos cafés, churrascos e até uma deliciosa “Vaca Atolada”, os encontros são descontraídos e saímos de cada um com a certeza que nada melhor do que saber viver em condomínio com companheirismo e principalmente respeito.
    Outras ações são desenvolvidas nas Datas Comemorativas, como Festa Junina, Festa das Crianças e a Confraternização de Final de Ano.
    Além disso o condomínio também cede o Salão de Festa para atividades como Dança (estilo Zumba) e Yoga, onde as moradoras contratam os professores e a aula é ali mesmo só descerem e já estão praticando um exercício. Claro que todas essas atividades não foram aceitas por alguns moradores, sendo necessário ser uma Pauta de Reunião de Condomínio, para aprovação. Mas um exemplo que a maioria gosta e incentiva essa pratica de ações é que quando votado para a aprovação ou não da Dança, foram 47 votos a favor e 07 contra.
    Um pouco da nossa forma de viver em coletividade!!!

    • Mariana Correa
        10 de novembro de 2015

      Oi Patrícia, muito legal seu relato. Mostra que não podemos desistir diante das dificuldades. A força do coletivo! Parabéns ao grupo!

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